Ecos do DW! 7 Lançamentos da Semana de Design para ficar de olho

Cerâmica artesanal, têxteis inspirados no sertão e móveis que refletem a materialização do tempo se destacam da Galeria Metrópole

A DW! Semana de Design de São Paulo, que oficialmente chegou ao fim no último domingo, em 16 de março, continua reverberando. Consolidado como o maior evento urbano de design da América Latina, o evento transforma a capital paulista em um laboratório a céu aberto, com mais de 300 atividades espalhadas por oito distritos. No coração dessa efervescência, a Galeria Metrópole emerge como um dos espaços imperdíveis, reunindo até o dia 23 de março, domingo, uma programação vibrante de palestras, rodas de conversa, exposições e lançamentos de marcas como Paiol, Sandra Arruda, Satélite Studio, Studio Volanti e outras 26 marcas. Das cerâmicas do Vale do Jequitinhonha, às fachadas sertanejas transportadas para o têxtil, conheça sete coleções que colocam a galeria como uma vitrine do design brasileiro no centro de São Paulo.

Linha Experimentos | Paiol

Vasos surgiram durante experiência do Paiol LAB no Jequitinhonha – FOTOS Flávio Magalhães

Fruto do Paiol LAB, plataforma de inovação artesanal da Paiol, a Coleção Experimentos emerge como um diálogo entre o saber ancestral do Vale do Jequitinhonha (MG) e as demandas contemporâneas do mercado. A iniciativa, que visa estimular a sustentabilidade da atividade artesanal na região, traz vasos e outros objetos decorativos e utilitários que ganham formas orgânicas, texturas que convidam ao toque e padrões gráficos que reinterpretam alguns dos motivos tradicionais. Os vasos “Jaca” destacam-se por superfícies pontilhadas, acabamentos em tons terrosos e imperfeições calculadas – marcas que celebram a mão humana por trás de cada criação.

“A ideia é aproximar o mercado do processo criativo do artesão, trazendo os anseios dos consumidores para dentro do ateliê. É uma oportunidade que aumenta o repertório criativo das comunidades e a geração de renda, que é o que de fato aproxima os mais jovens e, mais do que isso, fortalece a continuidade das técnicas locais”, completa Lucas Lassen, diretor criativo da Paiol e idealizador da iniciativa.

“O Art Déco e as Paisagens do Sertão” | Sandra Arruda

Sandra transportou o grafismo arquitetônico do sertão para os tecidos – FOTO Léo Martins

A nova coleção têxtil de Sandra Arruda, O Art Déco e as Paisagens do Sertão, nasce do diálogo entre a arquitetura, o movimento Art Déco e a ancestralidade, reinterpretando a estética do sertão e suas icônicas platibandas — faixas verticais que emolduram fachadas e ocultam telhados. Inspirada pelo livro Pinturas e Platibandas, da fotógrafa Anna Mariani, Sandra traduz geometria, cor e materialidade em uma verdadeira arquitetura têxtil. Essa fusão ganha vida em estampas sobre linho, algodão e voil, além de jacquards mistos em viscose e algodão.

A paleta cromática, com tons como Amora, Azul Noite, Canário, Caramelo, entre outros, reflete o contraste entre luz e sombra, revelando uma das riquezas simbólicas do sertão. Os padrões desenvolvidos partem da geometria e do ritmo visual da paisagem sertaneja, explorando composições lineares, simetria e repetição, enquanto elementos naturais como árvores e horizontes infinitos criam contrastes orgânicos. Essa fusão ganha vida em estampas sobre linho e algodão, além de jacquards mistos em viscose e algodão.

Linha Moon | Satélite Studio para Azzurra Casa

Linha Moon foi criada para a Azzurra Casa – FOTO @marcoantoniofoto

Inspirada pelas fases da lua e pelos fenômenos da natureza — o tempo, os corpos celestes e a luz —, Nadezhda Mendes da Rocha, do Satélite Studio, criou a linha Moon. Parte da coleção Futuro Ancestral, com curadoria de Giacomo Tomazi para a Azzurra Casa, a linha traduz esses elementos em formas ovais e arredondadas, sem perder a precisão do desenho.

A ideia de passagem do tempo se manifesta em repetições e desdobramentos de formas, criando ritmos visuais e táteis. Materiais como madeira nobre, metal e tecido foram cuidadosamente escolhidos para expressar esse conceito tanto no olhar quanto ao toque. A coleção equilibra o ancestral e o contemporâneo, resultando em peças atemporais.

A linha inclui poltrona, espelhos, banquetas, mesas de apoio e penduradores. Lançada em novembro de 2024, em Teresina (PI), sede da marca, agora pode ser vista na vitrine do Satélite Studio, com vendas sob encomenda.

Mesa Três e Cadeira Pilar | André Grippi

Feitas em sucupira e jequitibá, peças reforçam a ideia de “menos é mais” – Divulgação

Caracterizada pelo rigor formal, a coleção de André Grippi inclui cadeiras e banquetas em madeira maciça, com assentos em lâmina natural ou que podem ser revestidas com tecidos EcoSimple. A Mesa Três chama atenção pela estrutura de três partes maciças e tampo redondo, dispensando travas. As linhas e acabamentos em sucupira e jequitibá reforçam a uma ideia de simplicidade elegante, ideal para ambientes contemporâneos.

Roberto Romero no Studio Cris Azevedo

Atelier-R apresenta composições que parecem flutuar e desafiam os limites entre a forma e sua própria sombra – FOTO Roberto Romero

Unindo arte, design e sustentabilidade, Roberto Romero, do Atelier-R, transforma fios metálicos em estruturas leves e suspensas, criando composições que parecem flutuar e desafiam os limites entre a forma e sua própria sombra.

Cada peça nasce de um processo criativo em três etapas: as linhas, que delineiam formas geométricas; a cor, que potencializa a imaginação; e a luz, que expande e transforma as estruturas. Mais do que objetos decorativos, suas criações interagem com o ambiente, projetando sombras dinâmicas e revelando novas perspectivas a cada olhar.

Ao reaproveitar fios e arames que antes compunham fantasias de carnaval das escolas de samba do Rio de Janeiro, Romero ressignifica materiais e preserva memórias, transformando resíduos em arte. Sua coleção celebra o equilíbrio entre tradição e inovação, convertendo elementos do passado em novas expressões visuais. As peças podem ser vistas no Studio Cris Azevedo.

Linha Eunice | Studio Volanti

Linha Eunice é inspirada no modernismo brasileiro – FOTO Roberto Leme

Em sua primeira coleção completa de assentos, composta por poltrona, banqueta e cadeiras, os designers Lucas e Roberto, do Studio Volanti, inspiraram-se no modernismo brasileiro, em especial em sua terceira fase.

Linhas retas compõem móveis imponentes, de traços marcantes e, ao mesmo tempo, confortáveis. Esse foi o ponto de partida dos criadores para o desenho da linha. Confeccionadas em marcenaria tradicional, com madeiras nobres (imbuia, sucupira, jequitibá), as peças são clássicas, podendo receber diversos acabamentos e se encaixando em praticamente qualquer ambiente.

Para homenagear um acontecimento do pós-modernismo que marcou nosso país e uma pessoa que também se mostrou significativa para as novas gerações, a linha se chama Eunice.

Cadeira Havaí e Prateleira Tempo Rei | André Carvalho

André Carvalho produz peças que materializam ações do tempo – FOTO Divulgação

Dando continuidade à investigação do designer André Carvalho sobre o tempo e inspirada na música homônima de Gilberto Gil, a Prateleira Tempo Rei  transcende a função de suporte para se tornar uma metáfora material.  Combinando cedro rosa maciço e aço corten, a peça encapsula a dualidade do tempo: a madeira, como testemunha silenciosa de décadas de crescimento; e o metal, em processo contínuo de oxidação. Sua estrutura –  com solidez na base e leveza nas prateleiras — não apenas organiza espaços, mas também provoca reflexão, contando histórias de permanência e transformação.

Já a Cadeira Havaí, desenhada para áreas externas, desafia convenções ao unir a robustez de uma estrutura metálica — disponível em cores vibrantes — à delicadeza da madeira artesanal. O encosto, fixado por pressão, remete à precisão industrial sem abrir mão do veio do manual, enquanto o acabamento resistente a intempéries garante que ela resista ao tempo. Ideal para varandas ou jardins, a peça é um convite a momentos de convivência e descontração.

Sobre a Galeria Metrópole
A Galeria Metrópole, no centro de São Paulo, é um dos polos criativos mais dinâmicos da cidade, reunindo arquitetos, designers, editoras independentes e artistas em um ambiente que valoriza a diversidade e a inovação. Ícone do modernismo desde os anos 1950, hoje abriga uma produção efervescente que transita entre cerâmica, mobiliário, escultura e pintura, promovendo conexões e lançamentos no design brasileiro. Seus espaços permanentes e eventos refletem a pluralidade da criação contemporânea, fazendo da Galeria um destino essencial para profissionais e entusiastas da área.

Sobre o DW!
A DW! Semana de Design de São Paulo é o maior evento urbano de design da América Latina e o terceiro maior do mundo no setor. Criada em 2012 por Lauro Andrade, a iniciativa promove uma ampla programação que envolve arquitetura, arte, decoração, urbanismo e inovação, conectando profissionais e o público em geral. Em sua 14ª edição, que ocorre de 10 a 16 de março de 2025, a DW! contará com mais de 300 atividades, distribuídas em oito distritos pela cidade, reunindo 125 expositores e mais de mil criativos. Com expectativa de atrair mais de cem mil visitantes, o evento reafirma seu compromisso com a criatividade e o design brasileiro, impulsionando o setor e proporcionando experiências imersivas, debates e lançamentos.

By Bacuri Comunicação
Foto: Flávio Magalhães, Léo Martins, Marco Antonio, Roberto Romero, Roberto Leme e divulgação

Sede do maior evento de design do Brasil

Galeria Metrópole destaca conexão entre artesanato e tecnologia

por Equipe Viva Decora 7 de março de 2025

Com exposições, oficinas e lançamentos, a programação acontece durante o DW! Semana de Design de São Paulo e se estende até 23 de março

Um dos principais ícones arquitetônicos de São Paulo, a Galeria Metrópole reforça sua posição como polo criativo e cultural no centro da cidade. Entre os dias 10 e 23 de março, o espaço, que abriga diversas marcas e estúdios de design, será uma das sedes do 14º DW! Semana de Design de São Paulo, dentro do Distrito Centro e Paulista, oferecendo uma programação gratuita para os amantes do design. O DW! se espalha pela cidade em 8 distritos e mais de 300 atividades.

Lucas Rosin
Galeria é uma das sedes do DW! Semana de Design de São Paulo

Com o tema Mãos e Máquinas, a edição propõe reflexões sobre a intersecção entre tecnologia e trabalho artesanal, destacando a essência humana no design. “Esta edição vem para reforçar que a tecnologia não substitui a mão humana, mas a potencializa. Mesmo sendo capaz de ampliar a nossa capacidade produtiva, é a manualidade que garante a identidade e a originalidade da criação. O Centro tem retomado seu lugar de destaque nesta discussão justamente por conta da reunião de diversas marcas e talentos da Metrópole e entorno”, revela Ju Amora, artista residente da Galeria e coordenadora Distrito Centro/Paulista do DW!

Com exposições, rodas de conversa e iniciativas que aproximam os visitantes deste debate, a Galeria Metrópole reafirma seu papel como um espaço de experimentação e diversidade cultural, reforçando o papel do centro na rota criativa da cidade. Durante o evento, o local recebe a mostra Design em Movimento, com lançamentos de 17 estúdios e criativos residentes, além da exposição Um Lugar, que reúne 50 cadeiras contemporâneas. A Paiol também apresenta o Paiol LAB, projeto colaborativo com artesãos do Jequitinhonha.

Lucas Rosin
Galeria Metrópole, no centro, reforça seu espaço como centro do design na cidade

Outras atrações incluem a Feira Jardim Secreto, focada em upcycling, as atividades da Casa Baru, reunindo mais de 50 criadores de todo o Brasil, e o projeto Publica + Risotropical, com lançamentos de livros, debates e coleção temática. O Senac, um dos patrocinadores do evento, vai realizar a Arena Senac de Conteúdo, com programação de bate-papos sobre arquitetura e design de interiores.

Confira alguns dos destaques da programação

Paiol LAB

1º andar | 10 a 23/03 | Entrada gratuita
Referência na valorização do artesanato e da arte popular brasileira, a Paiol apresenta os primeiros resultados do Paiol LAB, iniciativa que realiza laboratórios com artesãos para a criação de coleções exclusivas. “Embora este processo seja comum em outras indústrias, a Paiol Lab é uma ação que aproxima o mercado do processo criativo, trazendo os anseios dos consumidores para dentro do ateliê. A proposta é trazer coleções exclusivas para o mercado. Algo que já fazemos aqui na Paiol, mas agora de maneira mais contínua”, afirma o diretor criativo da marca, Lucas Lassen. A coleção traz vasos, pratos e outros artigos em cerâmica, feitos por artesãos do Vale do Jequitinhonha (MG).

Foto: Ricardo Guilhen

Design em Movimento

Todos os andares | 10 a 23/03 | Entrada gratuita
A exposição traça uma linha do tempo da ocupação da Galeria Metrópole pelos designers, acompanhada de um mapa interativo que localiza os estúdios nos cinco andares. A narrativa destaca momentos marcantes da história do espaço e seus participantes.

Um Lugar

3º andar | 10 a 23/03  | Entrada gratuita
Com curadoria de Carolina Gurgel e Adélia Borges, a mostra reúne 50 cadeiras brasileiras produzidas nos últimos 20 anos. Na última edição do DW!, a dupla apresentou uma seleção de bancos. A organização e expografia ficam por conta de Gabriel De La Cruz e Pedro Luna.

Casa Baru + TETO Casa

Térreo | 10 a 23/03 | Entrada Gratuita
Em sua segunda edição, a Casa Baru se une à TETO Casa para ocupar o showroom da marca no térreo da Galeria. A exposição investiga as interações entre o humano e a máquina, explorando suas tensões e possibilidades. Com mais de 50 designers participantes, a mostra ressalta a riqueza do trabalho manual em diálogo com a precisão da tecnologia digital.

Bate-papo: A Centralidade no Centro

2º andar | 22/03, das 11h às 14h | Entrada Gratuita
Com curadoria de Alê Salles e mediação de Sandra Arruda, a conversa aborda o paradoxo dos centros urbanos: ao mesmo tempo em que enfrentam degradação e esvaziamento, também são espaços de inovação, ressignificação e resistência. O talk propõe uma reflexão multidisciplinar sobre os desafios da centralidade no urbanismo, no design e na vida cotidiana.

Feira Jardim Secreto

22, 23 e 24/03, das 10h às 19h | Entrada Gratuita
Com curadoria de Cláudia Kievel, a Feira Jardim Secreto reúne expositores e palestras voltadas ao upcycling, promovendo a economia circular e o reaproveitamento de materiais no design.

Oficina de Grafite e Estamparia

14/03, às 15h | 2º andar | R$ 55,00

A designer Sandra Arruda apresenta sua nova coleção têxtil, “O Art Déco e as Paisagens do Sertão” e, além de explicar o processo criativo por trás da sua nova coleção,ela realiza uma oficina têxtil usando técnicas do grafite para criar estampas manuais. Inscrições via Sympla

Exposição Bewältigung 

Galeria Retina às 15h | 1º andar | de 15 a 23/03 | Entrada gratuita

A exposição Bewältigung, realizada pelo fotógrafo Alan Nielsen na Galeria Retina, apresenta um conjunto de obras que exploram, através da fotografia, a capacidade humana de lidar com sentimentos, refletir e aceitar a finitude. Com um título que sugere um percurso sensorial e filosófico sobre superação, as imagens dialogam com temas como efemeridade, permanência e a busca por preservar memórias, transformando-se em vestígios simbólicos do desejo de eternizar o transitório. Alan Nielsen, artista radicado em São Paulo, utiliza a fotografia como ferramenta

Circuito Design e Cultura na Publica

Publica, Subsolo | de 10 a 23/03 | Entrada gratuira

O evento, organizado pela Publica — espaço dirigido por Renan Costa Lima – é uma iniciativa que reúne encontros, debates e oficinas para discutir o papel do design gráfico na cultura brasileira, conectando criação artística, práticas profissionais e reflexões políticas. Com participantes como Dandara Almeida, Elaine Ramos, Marcelo Rosenbaum, Michele Alves, Pedro Inoue, Renan Costa Lima, Rogério Ianelli, Tereza Bettinardi e Vanessa Queiroz, a programação propõe diálogos sobre cultura visual, autoconhecimento profissional e o futuro do design em um cenário de transformações sociais.

  • 12/03: Rogério Ianelli (Sesc SP) debate gestão de projetos gráficos em grandes instituições culturais.
  • 13/03: Silvio Lorusso e Leonardo Foletto discutem trabalho digital e futuro do setor, com happy hour da Cerveja Ubuntu. Parceria: Clube do Livro do Design.
  • 15/03: Lançamento do livro “Design com Atitude” (UBU) com Marcelo Rosenbaum, Pedro Inoue e Elaine Ramos.
  • 18/03: Elaine Ramos e Tereza Bettinardi compartilham trajetórias do design gráfico à criação de editoras e projetos autorais.
  • 20/03: Vanessa Queiroz e Dandara Almeida analisam o design brasileiro pós-golpe, baseadas em iniciativas do setor.

Marcas participantes: Paiol, Pottery, André Carvalho, André Grippi, Ato, De La Cruz, Edel-Stein, Estúdio Niz, Fino Artigos, Garten, Ju Amora, Metro Objetos, Miguel Croce, Niedo Design, Pedro Luna, Playground Company, Risotropical, Sandra Arruda Design, Satélite, Studio Cris Azevedo, Studio Lopomo, Studio Volanti, Teto Casa.

Sobre a Galeria Metrópole

Galeria Metrópole, no centro de São Paulo, é um dos polos criativos mais dinâmicos da cidade, reunindo arquitetos, designers, editoras independentes e artistas em um ambiente que valoriza a diversidade e a inovação. Ícone do modernismo desde os anos 1950, hoje abriga uma produção efervescente que transita entre cerâmica, mobiliário, escultura e pintura, promovendo conexões e lançamentos no design brasileiro. Seus espaços permanentes e eventos refletem a pluralidade da criação contemporânea, fazendo da Galeria um destino essencial para profissionais e entusiastas da área.

Sobre o DW!

DW! Semana de Design de São Paulo é o maior evento urbano de design da América Latina e o terceiro maior do mundo no setor. Criada em 2012 por Lauro Andrade, a iniciativa promove uma ampla programação que envolve arquitetura, arte, decoração, urbanismo e inovação, conectando profissionais e o público em geral. Em sua 14ª edição, que ocorre de 10 a 16 de março de 2025, a DW! contará com mais de 300 atividades, distribuídas em oito distritos pela cidade, reunindo 125 expositores e mais de mil criativos. Com expectativa de atrair mais de cem mil visitantes, o evento reafirma seu compromisso com a criatividade e o design brasileiro, impulsionando o setor e proporcionando experiências imersivas, debates e lançamentos.

Assessoria de imprensa :

Bacuricomunica

Como valorizar seu espaço com xilogravura nordestina?

Se você, assim como muitos entusiastas do artesanato brasileiro, está buscando uma maneira de valorizar seu espaço com arte genuinamente rica e cultural, a xilogravura nordestina pode ser exatamente o que você procura.

Esta forma de arte, carregada de tradição e história, não só traz beleza através de suas linhas e formas, mas também uma conexão com a narrativa popular do nordeste do Brasil.

Descobrindo a história e a técnica da xilogravura

A xilogravura é uma técnica de gravação em madeira, que remonta a séculos atrás. No nordeste brasileiro, ela ganhou destaque por meio dos famosos folhetos de cordel. 

A xilogravura de cordel, especificamente, ilustra a capa dessas publicações, transmitindo histórias locais e temas folclóricos. É essa habilidade de capturar momentos e sentimentos em uma única imagem que torna essas peças tão valiosas.

Produzir uma obra dessa envolve muito mais do que apenas talento artístico. É necessário conhecimento para esculpir a madeira com precisão e paciência. 

Cada detalhe esculpido na matriz de madeira conta uma parte de uma história, tornando cada peça única e valiosa. Imagine adicionar ao seu espaço não apenas uma obra de arte, mas um fragmento de história cultural que ressoa com a tradição e a criatividade do povo nordestino. 

Incorporando xilogravura no seu espaço

Decorar com xilogravura é uma arte por si só. Estas obras podem transformar qualquer ambiente, desde um escritório mais sério até uma sala de estar aconchegante.

Com cenas que vão desde o cômico ao dramático, das paisagens coloridas à representação íntima de personagens, você pode encontrar a peça perfeita para refletir sua personalidade e a atmosfera que deseja criar.

Xilogravura de cordel: uma proposta única

Com sua estética única e narrativa visual envolvente, a xilogravura de cordel se torna rapidamente um ponto focal em qualquer ambiente. Incorporar essas peças na decoração pode criar um diálogo interessante entre a arte e o ambiente, trazendo uma sensação de acolhimento e interesse. 

Além disso, por serem geralmente de tamanho médio a pequeno, podem ser agrupadas para formar galerias, facilitando a mudança e a atualização conforme sua coleção cresce ou suas preferências mudam.

Os benefícios de investir em xilogravura

Além da beleza estética, investir em arte, como a xilogravura nordestina, pode ser um ato de apoio e preservação cultural. 

Essas obras são frequentemente criadas por artistas locais que perpetuam essa arte rica em detalhes. Ao adquirir uma peça, você contribui diretamente para a manutenção e valorização desse patrimônio cultural imaterial, apoiando comunidades e artistas locais.

Além disso, a xilogravura não se limita apenas à decoração. Essas peças também contam histórias e provocam conversas, tornando-as ótimas adições para espaços que recebem visitas, proporcionando tópicos interessantes para discussão e apreciação.

Onde encontrar xilogravuras autênticas?

Se você está procurando incorporar um pouco da rica tradição do artesanato nordestino em seu espaço, não precisa procurar além da Loja Paiol

A loja é referência em artesanato brasileiro, unindo mestres consagrados, novos artistas e povos indígenas. 

Estamos desde 2007 como referência do artesanato representativo. Visite o site e descubra uma curadoria selecionada de peças que certamente irão valorizar seu espaço de maneira singela e significativa.

Como preservar e limpar sua cerâmica artesanal corretamente?

A cerâmica artesanal é uma expressão única da cultura e criatividade brasileira, encapsulando tradição e inovação em cada peça. 

Seja um pote de cerâmica ou uma travessa retangular de cerâmica, esses objetos são mais que meros utensílios, são pedaços de arte vivencial que carregam histórias e emoções. Cuidar deles adequadamente garante sua longevidade e conservação do valor artístico.

Entendendo a cerâmica artesanal

A primeira coisa que precisamos entender é a natureza da cerâmica artesanal. Essas peças são feitas de forma cuidadosa e frequentemente em pequenas produções, o que significa que cada pote de cerâmica ou travessa possui suas próprias peculiaridades. 

Isso pode influenciar o tipo de cuidado que elas exigem. A cerâmica é porosa e, se não for tratada com cuidado, pode manchar ou lascar. Então, como podemos maximizar a durabilidade desses objetos preciosos?

Prevenção é fundamental

Uma das primeiras coisas que você pode fazer é prevenir danos. Tente evitar mudanças bruscas de temperatura, pois essas mudanças podem causar rachaduras. 

Ao usar o forno, coloque a travessa retangular cerâmica inicialmente com o forno frio para que aqueça gradualmente. Da mesma forma, evite colocar cerâmica quente sobre superfícies frias, o choque térmico pode ser um verdadeiro vilão!

Como limpar a cerâmica artesanal

Limpar suas peças de cerâmica artesanal é tanto uma arte quanto um procedimento. Evite o uso de produtos de limpeza abrasivos que possam riscar ou desgastar a superfície. Um pano úmido com água morna e, se necessário, um pouco de sabão neutro, costuma ser suficiente. 

Tratando manchas e resíduos

Por ser um material poroso, a cerâmica pode absorver manchas facilmente. Ao lidar com manchas, evite o uso de produtos químicos fortes. 

Em vez disso, envolva a área manchada com uma mistura de bicarbonato de sódio e água, deixe agir por alguns minutos e enxágue cuidadosamente. Isso pode ajudar a limpar sem comprometer a cerâmica.

Armazenamento correto é essencial

O modo como você armazena seus objetos artesanais também desempenha um papel crucial na preservação. Coloque-os em locais seguros e distantes de riscos de queda. 

Se empilhar peças, utilize panos macios entre elas para evitar arranhões. Isso é especialmente importante para itens como potes de cerâmica que podem ser mais frágeis.

Pequenos reparos em casa

Por vezes, pequenos lascados ou rachaduras podem ser corrigidos em casa. Há kits específicos no mercado para esses reparos que podem ajudar a restaurar pequenos danos sem a necessidade de um especialista. No entanto, para objetos de grande valor sentimental ou histórico, a consulta com um profissional sempre é indicada.

Explorar, adquirir, e cuidar de cerâmica artesanal é mais do que uma escolha estética ou utilitária, é manter viva uma tradição cultural riquíssima. E, se você está interessado em ampliar sua coleção de cerâmica e outros itens artesanais únicos, vale a pena visitar a Loja Paiol.

A Loja Paiol é referência em artesanato brasileiro, unindo mestres consagrados, novos artistas e povos indígenas. Estamos desde 2007 como referência de artesanato representativo.

Mestres Imortais do Artesanato Brasileiro | Casa Une

A partir do dia 28 de janeiro, às 19h, a Casa Une, no Tucuruvi, realiza a exposição “Mestres Imortais do Artesanato Brasileiro”, destacando obras emblemáticas de renomados mestres artesãos. Com curadoria de Lucas Lassen, a mostra celebra a diversidade cultural e a produção de artistas que se tornaram imortais através de suas criações na Arte Popular.

“A ideia foi trazer obras de artistas que nos deixaram recentemente, mas que conseguiram traçar uma trajetória artística para além de suas vidas, deixando um legado estético que reflete suas respectivas culturas locais. Da mesma forma, todos os escolhidos – em maior ou menor escala – foram capazes de influenciar positivamente as novas gerações que continuam a produzir a partir do estilo e das linguagens criadas por eles”, afirma o curador Lucas Lassen, que também é diretor criativo da Paiol, marca que atua com artesanato brasileiro. 

O evento traz um recorte da rica tradição cultural de Pernambuco, Ceará e Minas Gerais, apresentando as criações de grandes nomes como J. Borges, celebrado como um dos maiores mestres da xilogravura e da literatura de cordel, cuja obra é um marco do folclore brasileiro; Manuel Graciano, escultor de madeira de Juazeiro do Norte (CE), famoso por suas criações que refletem o folclore da região, com figuras imaginárias e universos mágicos; e Noemisa Batista, ceramista do Vale do Jequitinhonha (MG), conhecida por suas representações únicas de animais e elementos naturais.

O evento tem entrada gratuita. Visitas podem ser agendadas por meio do site: https://casaune.com/#programacao

Qual a diferença entre cachepot e vaso para plantas?

Se você é apaixonado por decoração e plantas, conhece a importância de cada detalhe na hora de compor seus ambientes. E um dos temas que frequentemente gera dúvidas é a distinção entre cachepot e vaso para plantas. Embora pareçam semelhantes à primeira vista, esses itens têm funções bem distintas em suas características e usos. Vamos explorar juntos esse universo encantador?

O que é um vaso para plantas?

O vaso é um recipiente tradicional usado para plantio, onde a planta é colocada junto com o substrato necessário para seu crescimento. De materiais que vão da cerâmica ao plástico, os vasos para plantas possuem furos de drenagem na base para permitir que a água escoe. 

Isso é essencial para a saúde das folhas, evitando o acúmulo de umidade que pode causar doenças ou apodrecimento das raízes. Escolher um vaso adequado ao porte da planta e ao ambiente desejado é um passo importante. 

A variedade de estilos pode influenciar toda a estética do espaço, mas o principal é atender às necessidades biológicas da planta.

Cachepots e sua função decorativa

Agora, quando falamos de cachepots, o cenário muda um pouco. O cachepot é, antes de tudo, um item decorativo. Ao contrário do vaso, ele não possui furos de drenagem e é projetado para abrigar o vaso, camuflando-o ou embelezando o ambiente. 

O interessante é que o cachepot pode ser uma peça chave na decoração, imprimindo personalidade e estilo ao espaço com suas cores, texturas e materiais variados. 

Se você aprecia a arte e o artesanato brasileiro, o cachepot é uma oportunidade incrível para valorizar e integrar peças artesanais na decoração. Feitos à mão, muitos cachepots carregam histórias e a cultura de diferentes regiões do país, tornando-os únicos e especiais.

Escolhendo o vaso e o cachepot: dicas práticas

Quando estiver escolhendo entre um vaso e um cachepot, considere alguns pontos: o local onde a planta ficará, a quantidade de luz e água que ela precisa, e o estilo que você deseja imprimir no ambiente. 

Se desejar praticidade e harmonia, uma boa dica é utilizar vasos simples em tonalidades neutras combinados com cachepots que reflitam a sua personalidade.

Nada como um vaso cachepot encantador para dar aquele toque final na decoração! Vale ressaltar o papel dos cachepots artesanais, que podem ser encontrados em materiais naturais e sustentáveis, agregando ainda mais valor ao cenário.

Por que investir em produtos artesanais?

Se você se preocupa com a procedência dos objetos que adquire, optar por cachepots artesanais é uma forma de apoiar essa cadeia produtiva, que conserva tradições e beneficia comunidades locais. Isso nos conecta com a origem dos objetos, trazendo uma história até nosso lar. 

A Loja Paiol, por exemplo, é uma referência em artesanato brasileiro e oferece uma gama rica e diversificada de produtos que unem mestres consagrados, novos talentos e povos indígenas. Esse é mais que um simples investimento em decoração; é um ato de consciência e valorização cultural.

E aí, ficou curioso para descobrir mais sobre o universo vibrante dos modelos de vasos cachepots artesanais? Não deixe de explorar as opções incríveis disponíveis no site da Loja Paiol. Cada peça tem um toque especial e conta uma história singular.

Galeria Metrópole reúne o melhor do design autoral em edifício de arquitetura histórica

Com mais de 30 lojas e estúdios de design e decoração, o espaço no centro de São Paulo virou um dos novos polos criativos da cidade

Por Ana Sachs
26/01/2025 06h25  Atualizado há 2 dias

Os amplos corredores e o pátio interno tornam a Galeria Metrópole um espaço comercial agradável — Foto: Galeria Metrópole/Divulgação

Após a pandemia, o centro de São Paulo passou a viver uma nova fase, com diversas lojas e estúdios de design e decoração se instalando na região. Construída na década de 1950, a Galeria Metrópole é uma das que vive esse renascimento.

O edifício de arquitetura modernista, projetado pelos arquitetos Gian Carlo Gasperini e Salvador Candia, fica ao lado da Biblioteca Mário de Andrade e de frente para a avenida São Luís. Acima se ergue uma torre de escritórios, enquanto abaixo um grande centro comercial de 20 mil m² se distribui por cinco andares – subsolo, térreo e três pavimentos.

Os acessos generosos, os amplos corredores e o agradável pátio interno ao ar livre e repleto de verde, hoje, reúnem 23 lojas de design, arte e artesanato, além de nove escritórios de arquitetura, tornando-se um grande polo de criativos.

O pontapé inicial para a região voltar a ser atraente para esses profissionais partiu do designer Paulo Alves, que ocupou, em 2020, um espaço de 700 m² na galeria Zarvos, também na avenida São Luís. “Eu acho que o fato de eu ter tido essa coragem de colocar uma loja desse tamanho aqui abriu a porta para outros fazerem o mesmo”, aponta Paulo.

Após a pandemia, a Galeria Metrópole foi tomada por profissionais de design e arte — Foto: Galeria Metrópole/Divulgação

Com diversos comércios fechados durante a pandemia e aluguéis atraentes – além dos apelos histórico e arquitetônico do edifício –, a Galeria Metrópole começou a ser vista como uma opção para jovens talentos da cerâmica, do mobiliário, da escultura e da pintura, entre outras técnicas.

“No final da pandemia, encontrei a galeria praticamente vazia e comecei a pensar em como revitalizar o lugar. Chamei amigos para se juntarem à ideia e, aos poucos, o projeto ganhou corpo. Além disso, consegui, junto ao Design Weekend, uma parceria para trazer eventos ao centro da cidade”, conta Bruno Niz, um dos designers residentes.

Uma das primeiras a apostar na Galeria Metrópole foi a designer Ju Amora, que deixou um espaço em Perdizes e instalou seu estúdio no local em 2021.

“Ela é um grande ícone da cidade, um oásis no centro. A cena cultural de São Paulo na década de 1960 escreveu parte de sua história ali. Estar na galeria é como reviver uma porção disso e, quem sabe, escrever uma nova parte na história desse lugar e da cidade. Minha decisão de estar na galeria partiu dessa ideia romântica”, conta Ju.

A frente da loja da designer Ju Amora, instalada na Galeria Metrópole desde 2021 — Foto: Ju Amora/Divulgação

Para Ju, o maior desafio em manter seu estúdio na Galeria Metrópole é conseguir atrair o público para a região, por conta da visão estereotipada que as pessoas têm do centro. “Claro que os problemas sociais existem, mas não é uma exclusividade do centro. Eles se espalham por toda cidade, então, o desafio está em quebrar essa primeira barreira nas pessoas”, explica.

Ela é uma das grandes incentivadoras da união entre os residentes para levar eventos e feiras à galeria, rompendo esse receio inicial do público. “Em 2022, realizamos a primeira edição da Semana de Design na galeria. A partir disso, o interesse pelo espaço cresceu. A DW mostrou as possibilidades de negócios que existiam ali e isso fez bastante diferença”, relembra.

Na opinião de Lucas Lassen, curador e diretor criativo da loja de artesanato Paiol, que abriu uma unidade na Galeria Metrópole em 2022, a chegada de novas marcas, designers e artistas ao local gerou um processo natural de levar mais pessoas ao centro buscando por essas referências.

“Com isso, a galeria começa a atrair ações positivas para si e também o seu entorno, como o Design Weekend e as feiras Na Rosenbaum e Jardim Secreto. Eu acredito que a maior contribuição da Metrópole tem sido justamente o papel de protagonizar eventos e ações que levam para a região central um público que quer consumir e vivenciar arte e cultura brasileira”, destaca.

A construção modernista da década de 1950 tem projeto de Gian Carlo Gasperini e Salvador Candia — Foto: Galeria Metrópole/Divulgação

A maior circulação de pessoas também tem gerado uma grande visibilidade por parte do poder público e uma maior percepção de segurança, na avaliação de Ju. “Esse é, sem dúvida, um movimento muito importante para São Paulo. É a oportunidade de valorizar o novo e a história da cidade”, aponta a designer.

O próximo evento na galeria acontece neste final de semana, em 25 e 26 de janeiro. Em sua segunda edição, o Festival Metrópole reunirá editoras independentes, de arte impressa, expositores de discos de vinil, artistas de trabalhos manuais e de cerâmica, além de trabalhos do Coletivo Design na Metrópole, que reúne cerca de 18 marcas autorais que têm lojas no local.

“Só a partir da ocupação é que o poder público passará a olhar para o centro com mais cuidado a partir de suas necessidades. Eu acho que, neste contexto, a arte, o design, a arquitetura e a cultura brasileira podem ser ferramentas importantes no sentido de reposicionar o centro de São Paulo como este lugar que abriga e recebe todos”, acredita Lucas.

Em comemoração aos seus 61 anos, a Galeria Metrópole traz festival cultural na galeria, com programação musical e artística — Foto: Mo Araújo/Divulgação

Paulo vai além e pensa em uma união de todos os residentes da região para criar um roteiro criativo no centro paulistano. “A ideia é oferecer um lugar com vários pontos de interesse, onde as pessoas podem vir de metrô e ônibus. Você roda todo o circuito a pé e, juntos, podemos criar várias ações para atrair o público, como eventos, descontos, festivais, concursos”, sugere.

Conheça os criativos que estão hoje na Galeria Metrópole:

Subsolo

  • Jardim da Mi (@mi.jardimdami)
  • Risotropical (@risotropical)

Térreo

  • Teto Casa (@teto_casa)

1° andar

  • Studio Cris Azevedo (@studiocrisazevedo)
  • Ju Amora (@ajuamora)
  • Paiol (@lojapaiol)
  • Casa Jardim Secreto (@casajardimsecreto)
  • Metro Objetos (@ metroobjetos) + Fino Artigos (@finoartigos)
  • Pocket_ Galeriaverbo + Studio Lopomo (@ studiolopomo)
  • Galeria Retina(@galeriaretina)

2° andar

  • Um Canto lá de Casa (@umcantoladecasa)
  • Edel Stein (@edel__stein)
  • Playground Company (@_playground.co) + Sandra Arruda (@sandrarrudadesigner)
  • Studio Volanti(@studiovolanti)
  • Estúdio Niz (@estudioniz)
  • Satelite Studio (@satelite.studio)
  • Floresta no Centro – ISA(@florestanocentro)

3° andar

  • Lucas Recchia – Studio Cas (@studio.cas)
  • André Carvalho (@andre.carvalho_designer) + Estúdio Pedro Luna (@estudiopedroluna)
  • De La Cruz (@studio.delacruz) + Niedo Design (@niedodesign)
  • Miguel Croce (@miguelcroce)
  • André Grippi (@andregrippidesign)
  • ATO (@ato.design) + Garten(@g_a_r_t_e_n)

Escritórios de arquitetura

  • Studio Pedro Luiz de Marqui(@pedroluiz.demarqui)
  • BHF Estúdio (@bhf.estudio)
  • Carmela Rocha – Arqui.Expo.Ceno (@carmela_rocha)
  • Estudio Cas (@estudiocas)
  • H+F Arquitetura (@hmaisf)
  • KS.AA Arquitetura Multipotencial (@_ks.aa) + Basalto Lab. (@basalto_lab)
  • Estudio Lava (@estudiolava)
  • Estudio + 1 (@estudio_maisum)
  • Entre Escalas + Cauliflora (@entre.escalas)

Galeria Metrópole

Endereço: Avenida São Luís, 187 – República – São Paulo (SP).

Filtro de barro Vale do Jequitinhonha: quais são suas características únicas?

Se você é apaixonado por objetos artesanais brasileiros, é provável que já tenha ouvido falar do filtro de barro Vale do Jequitinhonha

Este item não apenas carrega a tradição e o requinte das mãos que o moldam, como também oferece características únicas que o distinguem do convencional filtro de barro, seja na funcionalidade ou na beleza estética. Vamos explorar juntos as maravilhas que essa verdadeira obra de arte proporciona.

Uma história enraizada na cultura

O Vale do Jequitinhonha, conhecido por sua vibrante produção de artesanato, possui uma rica história cultural e um legado que se estende por gerações. 

O filtro de barro é um testemunho dessa tradição, refletindo não apenas a habilidade e dedicação dos artesãos, mas também a vida e a cultura locais. 

Cada filtro de barro produzido nessa região carrega em si uma parte dessa história, transformando-se em muito mais do que um simples utensílio: ele é uma peça de conversa e admiração.

A arte de moldar a argila

O processo de criação de um filtro de barro Vale do Jequitinhonha é, por si só, uma jornada artística. Artesãos habilidosos selecionam cuidadosamente a argila, modelando-a com técnicas transmitidas de geração em geração. 

Esse cuidado resulta em um filtro de barro que é inconfundivelmente distinto tanto por sua qualidade quanto por sua beleza. 

Cada curva e linha presente no design, muitas vezes enriquecido por pinturas detalhadas, atesta o capricho colocado em cada peça. A presença do filtro de barro pintado é um diferencial, enriquecendo ainda mais seu valor artístico e decorativo.

Funcionalidade e benefícios para a saúde

Além de ser uma obra de arte, o filtro de barro é famoso por sua eficiência natural na purificação da água. A argila porosa age como um excelente filtro, removendo impurezas e até mesmo alguns microrganismos, além de manter a água fresca e agradavelmente gelada. 

Este é um ponto significativo para aqueles que buscam uma vida mais saudável e sustentável, integrando o uso de materiais naturais em suas rotinas diárias.

Design único e personalizado

O design dos filtros do Vale do Jequitinhonha é outra característica marcante. Cada filtro de barro pintado é único, com cores e formas que tornam cada peça especial, refletindo a diversidade cultural e a criatividade dos designers. 

Como as opções variam entre peças mais discretas e outras mais ricamente detalhadas, é possível encontrar um filtro de barro que se encaixe perfeitamente no seu estilo e decoração, tornando-o uma peça central em qualquer ambiente.

Tradição e modernidade de mãos dadas

No filtro de barro do Vale do Jequitinhonha, tradição e modernidade se encontram. Ele é o equilíbrio perfeito entre resgatar práticas ancestrais e atender às demandas contemporâneas em termos de design e funcionalidade. 

Esta peça consegue ser um portal para o passado e uma ponte para o futuro, apropriando-se dos melhores aspectos dos dois mundos.

Se você deseja trazer um toque autêntico para a sua casa ou presentear alguém especial, considere adicionar uma peça tão especial quanto esta à sua coleção. 

Para conhecer mais sobre filtros de barro e outras obras de artesanato brasileiro, não deixe de visitar o site da Loja Paiol. A Paiol é referência em artesanato brasileiro, unindo mestres consagrados, novos artistas e povos indígenas.

Qual a diferença entre um banquinho artesanal e um banco tradicional?

Se você adora incorporar toques de design brasileiro em sua casa, com certeza já se deparou com a dúvida: escolher um banquinho artesanal ou um banco tradicional? Ambos têm seus encantos e funcionalidades, mas há aspectos importantes que os diferenciam e podem influenciar sua escolha final.

Estética e singularidade

Um dos principais atrativos de um banquinho de madeira artesanal é a sua singularidade. Cada peça é única, criada individualmente por mãos talentosas que valorizam o processo artesanal. 

Esses banquinhos conferem um charme especial ao ambiente, refletindo a cultura e a tradição por trás de cada detalhe. Imagine adquirir um banquinho  de onça, esculpido com cuidado e atenção aos detalhes; é como ter um pedaço da arte brasileira dentro de sua casa.

Já o banco tradicional, geralmente fabricado em massa, pode oferecer um acabamento mais uniforme e contemporâneo. Sua estética é mais previsível, o que pode ser uma vantagem se você busca por uniformidade e modernidade no design.

Materiais e durabilidade

Outro ponto a considerar é o material utilizado. Um banco artesanal de madeira muitas vezes utiliza madeira de reflorestamento ou reaproveitadas, aliando-se a práticas sustentáveis e, por vezes, técnicas antigas que reforçam a durabilidade do produto. Além de serem robustos e duráveis, esses banquinhos possuem uma pegada ecológica mais acentuada.

Já os bancos tradicionais podem ser feitos tanto de madeira quanto de outros materiais como metal e plástico. Esses materiais oferecem resistência mas muitas vezes não trazem o mesmo apelo emocional e o charme de uma peça artesanal de madeira.

Funcionalidade e versatilidade

Em termos de funcionalidade, os dois tipos de bancos têm seus trunfos. Enquanto um banquinho de madeira artesanal pode ser utilizado em salas, cozinhas, áreas de leitura e até mesmo em espaços externos, os bancos tradicionais podem ter ajustes modernos, como regulagens de altura e até mesmo designs dobráveis que economizam espaço.

No entanto, a versatilidade de um banco não é apenas sobre onde ele pode ser colocado; é também sobre como ele pode ser integrado à decoração e ao estilo de vida. 

O fato de um banco artesanal de madeira poder contar histórias, ser uma peça de conversa e ainda oferecer funcionalidade prática, é algo que definitivamente conquista muitos apreciadores de arte e design.

Conexão com a cultura e artesanato local

Optar por um banquinho artesanal é apoiar a história e a tradição do artesanato brasileiro. Esse tipo de escolha fomenta o trabalho de artistas locais, muitos dos quais fazem parte de comunidades tradicionais e coletivos de artesãos. 

Essa decisão não só apoia uma economia mais justa, mas também valoriza e mantém vivas as técnicas artesanais passadas de geração para geração. Adquirir peças como um banquinho de onça é mais do que uma compra, é um investimento cultural.

Os bancos tradicionais, enquanto práticos e funcionais, não trazem essa mesma vivência cultural e, muitas vezes, carecem da história e personalização que marcas e artesãos locais conseguem proporcionar em suas criações.

Visite Loja Paiol

Se você valoriza o diferencial de peças feitas à mão e quer explorar a beleza dos objetos artesanais brasileiros, vale a pena conferir a Loja Paiol. Nela, você encontrará não só banquinhos de madeira, mas uma variedade de produtos que falam da diversidade e da riqueza do artesanato brasileiro. 

A Loja Paiol é referência em artesanato brasileiro, unindo mestres consagrados, novos artistas e povos indígenas. Estamos desde 2007 como referência de artesanato representativo.

Artesanato Ilha do Ferro: o que torna essa tradição tão única?

Descobrir o envolvente universo do artesanato da Ilha do Ferro é como abrir uma janela para um mundo onde a história, a cultura e a arte se encontram em um só ponto. 

Ocupando uma charmosa ponta na região do alto sertão de Alagoas, a Ilha do Ferro se destaca não apenas pelas belezas naturais, mas pela rica tradição artesanal que atrai admiradores de todos os cantos. Vamos entender o que faz desse local um verdadeiro celeiro de arte e cultura?

A história da Ilha do Ferro

A Ilha do Ferro é mais que uma localidade rural – é um lugar onde as histórias são contadas não apenas através das palavras, mas pelas mãos daqueles que transformam madeira e outros materiais em peças únicas de artesanato. 

A região tem uma forte tradição que mescla influências indígenas e coloniais, criando um estilo autêntico e característico. 

Este pequeno vilarejo tornou-se um centro de criatividade, onde cada peça conta uma história única sobre sua origem e inspiração.

Estilo único e técnicas diferenciadas

O artesanato da Ilha do Ferro é, sem dúvida, uma ode à criatividade humana. Os artesãos locais são mestres em esculpir madeiras, criando peças que variam de utilitários a obras de arte, muitas vezes apresentando figuras humanas, animais e cenas de vida cotidiana.

O que realmente distingue esses artesanatos são suas cores vibrantes e texturas detalhadas, resultado de técnicas transmitidas de geração em geração, e que foram aperfeiçoadas ao longo do tempo. 

O impacto sócio-cultural do artesanato

Talvez o que torne a Ilha do Ferro um artesanato tão fascinante é seu impacto não apenas na economia, mas também na cultura local. 

Os artesãos não são apenas criadores de belas peças, mas sim guardiões de um patrimônio cultural, que usam sua arte como um meio para expressar e preservar tradições.

Além de proporcionar um sustento para muitos, o artesanato promove o turismo, atraindo visitantes curiosos para explorar essa rica tapeçaria cultural que a região oferece. Isso cria um ciclo de valorização mútua entre a cultura local e o interesse externo.

Conectando-se com a arte da Ilha do Ferro

A beleza do artesanato na Ilha do Ferro reside na sua capacidade de conectar as pessoas, seja você um morador local ou um visitante. 

As peças artesanais confeccionadas aqui são mais do que objetos de decoração – são pontes culturais que narram histórias de tempos passados e visões futuras. 

Cada aquisição não é apenas um apoio aos artesãos, mas também uma forma de homenagear essa rica tradição.

Visite a Loja Paiol para descobrir mais

Se você se sente inspirado pelo que o artesanato da Ilha do Ferro tem a oferecer e deseja agregar um toque autêntico à sua coleção de peças artesanais, convidamos você a visitar o site da Loja Paiol

A Paiol é referência em artesanato brasileiro, unindo mestres consagrados, novos artistas e povos indígenas. Estamos desde 2007 como referência de artesanato representativo, sempre com o compromisso de nutrir e divulgar a rica herança cultural do Brasil.