Bazar beneficente reúne mais de 30 marcas em prol de abrigos

Da Redação 23/11/2022, matéria disponível no Blog do Amaury Jr.

A segunda edição do Bazar Decor Social, organização sem fins lucrativos que realiza reformas em abrigos de São Paulo, acontecerá do dia 25 a 27 de novembro na Tidelli Pinheiros. Com curadoria de Cecília Rima, diretora da atacadista do setor de decoração Casa Bonita, o Bazar reúne 36 expositores das áreas de moda, beleza, pet, comidinhas, artesanato e decoração.

(Foto: Fernanda Todesco/Divulgação)

Nesta edição, o destaque fica para o setor de casa e decoração, trazendo o melhor do artesanato brasileiro, com marcas como Anesso, Paiol, Casa Bonita, Loja Oca, Estúdio Avelós, entre outros. Os parceiros que participam doam uma parte de seu faturamento no evento para as ações do projeto. Em parceria com a ONG Ampara Animal, o evento deve receber animais resgatados, que foram abandonados ou vítimas de maus-tratos. Além da adoção de cães e gatos, é possível comprar alguns produtos para os bichinhos. Os candidatos devem passar por uma entrevista que avaliará se estão aptos à adoção.

Estúdio Avelós. (Foto: Manu Oristânio/Divulgação)
Projeto Desenvolvido em Abrigo – Sala + ambiente de estudos. (Foto Maria Inês Antich/Divulgação)
Loja Paiol. (Foto Alexandre Disaro/Divulgação)

GLMRM indica 4 roteiros culturais para se fazer a pé por SP

Esta é pra turma que gosta de respirar design, artesanato e passeios culturais. GLMRM indica 4 roteiros bacanas pra se fazer a pé por São Paulo, já que todos ficam próximos das estações de metrô Fradique Coutinho e Faria Lima, na Linha Amarela, e da estação Vila Madalena, na Linha Verde. Se joga!

1-Paiol

O espaço de presentes e decoração funciona desde 2007, com unidades na Rua Fradique Coutinho, na Vila Madalena e no Shopping Center 3 na Avenida Paulista. Contando com mais de 400 peças de diversas técnicas como cerâmica, madeira, palha, pedras e tecelagem, é possível encontrar artigos a partir de R$30,00, podendo serem compradas de forma presencial ou no site da loja.

Rua Fradique Coutinho, 172 – Pinheiros (3 minutos à pé da Estação Fradique Coutinho)
Contato: (11) 98486-8918 / @lojapaiol


2-Museu A CASA do Objeto Brasileiro

Ficando 10 minutos à pé da Estação Faria Lima do metrô, a instituição sem fins lucrativos é um ponto importante da valorização do “feito à mão” no que se refere ao design e artesanato brasileiro. Até o final de novembro, é possível conferir a exposição do “8º Prêmio Objeto Brasileiro”, evento bienal que visa contemplar o melhor da produção artesanal do país. Nesta edição, a mostra reúne cadeiras, vasos, esculturas, joias e roupas.

Avenida Pedroso de Morais, 1216 – Pinheiros
Contato: (11) 94254-1179 (Whatsapp) / @museuacasa

3-Ateliê Cristiane Mohallem

Com trabalhos reconhecidos em exposições pelo Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Polônia e Itália, a artista Cristiane Mohallen produz em seu ateliê, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, bonitas peças em bordado e, no sábado (19), das 14h às 18h, recebe o público para visitação e para falar sobre sua técnica que usa agulha e tecido para criação de peças que remetem a pinturas realistas.

Avenida Brigadeiro Faria Lima, 1903 – Cj 45 (12 minutos à pé da Estação Faria Lima)
Contato: (11) 99567-1253 / @cristianemohallem

4-Estúdio Leh

Esta dica é pra quem quiser andar um pouquinho mais, mas vale a pena dar uma esticada até a Vila Madalena, para visitar o espaço. Arquiteta de formação, Maria Helena Emediato é uma apaixonada pelo artesanal baseada em sua infância vivida entre São Paulo e algumas cidades de Minas Gerais. Tenmdo como referência a cerâmica do Vale do Jequitinhonha, em seus trabalhos mais recentes, é possível encontrar esferas modeladas, pintadas e queimadas por artesãs que se misturam com esferas de diferentes tipos de madeira e pedrarias vários tamanhos, formando luminárias, colares, pulseiras e outras joias para o corpo e para a casa. Visitas são permitidas com agendamento.

Rua Girassol, 796 – Sala 05 (11 minutos à pé da estação Vila Madalena)
Contato: (11) 98199-8925 / @estudioleh

TOUR DESIGN E ARTESANATO EM SAMPA

Roteiro que pode ser feito à pé, inclui museu, loja e visitas a ateliês

Mesmo sendo a principal metrópole das Américas, quando se fala em turismo, a cidade de São Paulo costuma estar associada ao turismo de negócios e à agitação da vida noturna. Entretanto, um dos seus diferenciais está na grande oferta de atividades culturais. E para quem gosta de design, arte popular e artesanato, estar em São Paulo traz algumas vantagens, visto que é possível encontrar exposições, ateliês e lojas especializadas em artigos de todo o Brasil.

1 – PAIOL

Em funcionamento desde 2007, a Paiol é o endereço certo para quem busca por presentes e peças decorativas. Com duas unidades, uma na Rua Fradique Coutinho e outra no Shopping Center 3, a loja conta com mais de 400 peças de diversas técnicas e materiais como cerâmica, madeira, palha, pedras, tecelagem, entre outros. É possível encontrar artigos que partem de R$ 30,00, mas com grande valor cultural dentro das comunidades onde são produzidas. As peças também podem ser encontradas no site da loja.

Endereço: Rua Fradique Coutinho, 172, Pinheiros

Distância: 3 minutos à pé da estação Fradique Coutinho – Linha Amarela

Contato: (11) 98486-8918 WhatsApp | @lojapaiol

2- Museu A CASA

O Museu A CASA do Objeto Brasileiro é uma instituição sem fins lucrativos que promove diversas iniciativas de valorização do artesanato e do design brasileiro. Geralmente, suas exposições e eventos trazem trabalhos que resultam da perfeita união entre design e artesanato. Localizado na Pedroso de Morais, até o final de novembro o museu apresenta a exposição do 8º Prêmio Objeto Brasileiro, evento bienal que premia e expõe o melhor da produção criativa brasileira. Nesta edição são 22 objetos de todas as regiões do país, entre cadeiras, vasos, esculturas, joias e roupas.

Endereço: Avenida Pedroso de Morais, 1216, Pinheiros

Distância: 10 minutos à pé da estação Faria Lima – Linha Amarela.

Contato: (11) 94254-1179 WhatsApp | @museuacasa

3 – Ateliê Cristiane Mohallem

Para quem deseja ter uma experiência com o bordado, a artista Cristiane Mohallem realiza um dia de visitação ao seu estúdio, onde recebe o público, interage e apresenta um pouco de sua técnica na qual usa a agulha e a linha para “pintar” telas realistas. Psicóloga de formação, Cristiane começou a pintar quando realizava trabalhos de Arteterapia com seus pacientes. Mais tarde, já trabalhando de forma autoral, ela passou a utilizar a linha como tinta e o tecido como tela, o que acaba resultando em obras que, à primeira vista, parecem pintura, mas que com um pouco mais de proximidade se revelam como bordado. Os alinhavos sobrepostos em cores distintas trazem toda a sensação de luz e sombra evidenciado nas pinturas. A autenticidade de seu trabalho foi constatada em exposições pelo Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Polônia e Itália.

Endereço: Av. Faria Lima, 1903 – Conjunto 45

Distância: 12 minutos à pé da estação Faria Lima

Contato: (11) 99567-1253 | @cristianemohallem

Dia de Visitação: 19 de novembro, sábado, das 14h às 18h

4 – Estúdio Leh

Para quem quiser andar um pouquinho mais, vale dar uma esticadinha até a Vila Madalena, bairro vizinho, para visitar o Estúdio Leh. Arquiteta de formação, Maria Helena Emediato se apaixonou pelo feito à mão logo cedo por ter uma infância dividida entre São Paulo e algumas cidades de Minas Gerais, onde o artesanato e a arte popular faziam parte do cotidiano. Quando decidiu abrir o Estúdio, ela se aprofundou nas origens da cerâmica no Vale do Jequitinhonha, tradicional região de exímios ceramistas. Em seu trabalho mais recente, esferas modeladas, pintadas e queimadas por artesãs se misturam com esferas de diferentes tipos de madeira e pedrarias em diferentes tamanhos, formando luminárias, colares, pulseiras e outras joias para o corpo e para a casa. Lena, como é conhecida, recebe visitantes com agendamento.

Endereço: Rua Girassol, 796, Sala 05 – Vila Madalena

Distância: 11 minutos à pé da estação Vila Madalena – Linha Verde

Contato: (11) 98199-8925 | Instagram: @estudioleh

Ursa risonha e Olinda

Isolamento fez jornalista se descobrir como artista

Aline Feitosa focou no trabalho com barro, que sempre esteve presente em sua vida.

Aline Feitosa

QUEM É 

Aline Feitosa é formada em Jornalismo, profissão na qual atuou por 25 anos em Olinda, PE. Agora se dedica a criações artesanais à frente do Pequeno Ateliê, no mesmo Estado.

Uma ursa risonha, a pureza das crianças e uma brincadeira popular marcam o Carnaval pernambucano todos os anos. A La Ursa passa e quer dinheiro para brincar, atestando o quanto o brasileiro envolve suas festas com cor e folclore. Mas não só os festejos do país são coloridos. O casario de Olinda está perto com mais tonalidades alegres e suas platibandas. Um patrimônio que evoca as memórias de Aline Feitosa.

Depois de 25 anos atuando como jornalista, ela descobriu que esses ícones se tornariam um novo rumo em sua vida. “Olinda é um lugar cosmopolita e a arte pulsa muito aqui. O Carnaval é criativo, tem uma pegada política forte”, ela conta, sempre atenta e envolvida no cenário cultural da cidade. E foi natural quando a pandemia interrompeu seu trabalho jornalístico, que ela desse abertura a essa arte pulsante.

Pouco antes que o mundo se fechasse, ela resolveu dar vazão ao trabalho com o barro, que sempre esteve presente em sua vida. Na época, Emmanuel Cansanção, artista pernambucano, foi quem deu um empurrão para que isso acontecesse. “Comecei a fazer cerâmica como hobby até que um dia meus amigos passaram a querer comprar”, ri.

Quando a pandemia se instalou, os trabalhos no jornalismo foram por água abaixo e o plano B parecia perfeito para não enlouquecer com as horas vagas. “Foi impressionante que a notícia se espalhou sem que eu divulgasse ou fizesse assessoria de imprensa para mim mesma. A La Ursa foi a primeira peça e não parei mais”, conta.

A peça ficou popular nas redes sociais sem muito esforço de divulgação.

Depois veio à mente o casario de Olinda, com as platibandas – recursos da arquitetura para esconder o telhado, na fachada, muito usado antigamente. “Amo passear pelo centro histórico de Olinda. Comecei a moldá-las em miniaturas e deu certo”. Atualmente, Aline produz em média 300 peças por mês, entre La Ursas e casinhas – que se tornam cachepôs de plantas, outra grande paixão dela.

As curvas do casario de Olinda viraram arte nas mãos de Aline

As pessoas me pedem para fazer a casa de sua avó, ou a que viveram na infância e assim entro na história delas. Conservar a memória e um patrimônio como esse no Brasil é extremamente importante.

Ícones brasileiros

Quando um cachepô de plantas se alia a histórias populares brasileiras, adiciona uma camada mais interessante à decoração. “A riqueza de detalhes, as cores vivas e toda a representação da cultura popular faz com que o trabalho da Aline se destaque entre outros jovens artistas”, conta Lucas Lassen, curador e diretor criativo da Paiol, que vende suas criações.

“Nesses dois anos vendi seis mil itens. De forma muito natural, muito linda, tudo aconteceu. Sempre trabalhei com arte e me alimentei disso a vida toda. Agora sou a Aline artista”, ela diz, animada.

Veja as obras de Aline Feitosa

Nova geração mantém viva a tradição da cerâmica, em Minas Gerais

Artesãs da geração Z são estimuladas por meio da parceria com grandes marcas de decoração e da atualização dos produtos que confeccionam

Cibele e Jaqueline Dias de Souza são irmãs e da quinta geração de artesãs da família. divulgação/CASA CLAUDIA

A tradição da transformação do barro em cerâmica está ganhado novas guardiãs no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. Jovens entre 16 e 25 anos, filhas, netas, bisnetas e tataranetas de artesãs que, mesmo imersas no universo tecnológico da geração Z, que são os nascidos após 1995, entenderam o artesanato como uma ferramenta de afirmação da identidade. “O barro e o que vem a partir dele é o reflexo do nosso cotidiano. Não tem como fugir, porque para Lodo canto que você olha tem cerâmica”, afirma Cibele Dias de Souza, de 21 anos, que nasceu na zona rural de Turmalina, e que faz parte da quinta geração de ceramistas da família.

A artesã Jaqueline Dias de Souza, de 25 anos, irmã de Cibele, até tentou seguir outros caminhos profissionais, mas a paixão, segundo ela, está no sangue. Com formação técnica em agropecuária, ela trabalhou por sete anos como educadora social até 2021, o que lhe garantia uma fonte de renda maior. “Quando comecei, o artesanato não era tão valorizado como é hoje. Poucos artesãos conseguiam viver bem apenas com o artesanato, mas agora, graças a novos projetos e parcerias, a situação parece estar mudando e fazendo com os jovens daqui vejam essa atividade com outros olhos”, afirma.

Anísia Lima de Souza, artesã e mãe de Jaqueline e Cibele. divulgação/CASA CLAUDIA

Segundo Anísia Lima de Souza, artesã e mãe de Jaqueline e Cibele, alguns fatores contribuem para essa mudança de percepção das filhas e de outros jovens artesãos dessa faixa etária. O desenvolvimento de oficinas, a parceria com grandes marcas de decoração e a criação e atualização de suas linhas de produtos são alguns deles. “Quando nós achamos que a pandemia nos colocaria em dificuldades, fomos surpreendidos com a chegada de pedidos grandes para marcas como a Camicado, TokStok e a Casa Bonita”, revela.

As parcerias foram moldadas por Lucas Lassen, fundador e diretor criativo da Paiol, loja de artesanato que atua há 15 anos em São Paulo e que reúne peças do Brasil inteiro. Acostumado a percorrer o país fazendo curadoria para a própria loja e consultorias criativas para outras marcas, ele se encantou com o Vale há 12 anos por conta dos tradicionais filtros de barro. Em 2020, a relação se estreitou tanto com a comunidade que ele decidiu se mudar para Campo Buriti, reduto de mestres e renomados artesãos na zona rural de Turmalina.

*Embora eu já tivesse uma relação profunda com algumas artesãs, quando me instalei lá eu pude entender melhor o cotidiano, a importância da cerâmica no contexto social e familiar e também as dificuldades delas. Foi quando percebi que junto com elas, nós poderíamos desenvolver um trabalho inovador promovendo parcerias e trocando experiências para conquistar mais mercado de forma criativa”, afirma.

A primeira coleção, chamada Branco no Branco, desenvolvida pelas artesãs para a Camicado, incorporou um novo padrão de cores e novas formas às peças. As criações foram premiadas em 2020 na 7º edição do Prêmio Objeto Brasileiro, premiação bienal promovida pelo Museu À CASA do Objeto Brasileiro e que reconhece trabalhos artesanais do Brasil inteiro.

Ainda segundo Lucas, embora a relação com o barro, que se fortalece por gerações, faça com que essas artesãs se sintam apaixonadas pelo que fazem, o fator econômico também é importante para mantê-las em plena atividade. “É importante ressaltar que a tradição está sendo renovada também do ponto de vista criativo. Essa geração é estimulada com informações o tempo todo e, obviamente, isso se reflete na forma como elas lidam com o trabalho, o que facilita a incorporação de novos olhares nas coleções”, afirma.

Adriely Nunes Lima cursa fotografia e pretende usar seus conhecimentos para dar ainda mais visibilidade ao Vale. divulgação/CASA CLAUDIA

Apaixonada por tudo o que remete ao universo das artes, Adriely Nunes Lima,22 anos, é filha, neta e bisneta de artesãs. Porém, até pouco tempo atrás, mesmo tendo passado a infância fazendo pequenas peças, não se via como
artesã. Cursando o terceiro período da faculdade de fotografia, ela pretende conciliar as duas profissões para melhorar a visibilidade do Vale.

“Muita gente reconhece as peças, mas não conhece o Vale, por isso além do artesanato escolhi a fotografia para poder levar às pessoas a visão de uma pessoa que nasceu, cresceu e vive aqui. Outra questão importante está no fato de que ter boas imagens das peças e da comunidade ajuda a criar uma percepção melhor do nosso trabalho”, completa Adriely.

Andressa Silva Xavier assinou uma coleção de cerâmica aos 16 anos. divulgação/CASA CLAUDIA

O impacto destes novos olhares já começaram a surgir. Andressa Silva Xavier, de apenas 16 anos, é da quinta geração de artesãs da família. É ela a autora de uma nova coleção de cachepôs e enfeites de cactos que podem ser usados na mesa e na parede e que devem ser lançados em breve pela Paiol. “O desafio de criar uma coleção partiu do Lucas, que tem estimulado essa renovação do Vale e que desde a pandemia tem deixado todo mundo com tanto trabalho que decidi me aventurar também”, finaliza.

História do Carnaval

Já estamos na metade do mês de fevereiro e o pensamento mais frequente agora é: tá chegando o Carnaval!!

Origem

Tradicional festa popular, o Carnaval é realizado em muitos lugares do mundo, mas só no Brasil ele é o mais celebrado! Sua origem remonta à Antiguidade. É uma herança de várias comemorações realizadas por povos como egípcios, hebreus, gregos e romanos. A festa pagã era realizada para celebrar as grandes colheiras e louvar divindades.

Muitos pesquisadores explicam que a palavra “Carnaval” vem da expressão latina: carnem levare, que significa “retirar ou ficar livre a carne”. Isso porque, já na Idade Média, a festa foi incorporada pela Igreja Católica como uma forma de aproveitar os últimos dias de “liberdade” antes do jejum da Quaresma.

Nos 40 dias antes da Páscoa era proibido o consumo de carne.

A variação na data do Carnaval é porque o calendário está ligado diretamente à Páscoa que acontece no segundo domingo de Abril. Desta data, 46 dias (40 da Quaresma e seis da Semana Santa) antes, no calendário, é a quarta-feira de cinzas.

A Festa

A comemoração do carnaval foi ficando diferente em cada país católico que manteve a celebração. No Brasil sofreu forte influência de uma folia Portuguesa e de outros países.

MARCHINHAS:

Na década de 1930 e 1950 as marchinhas surgiram. Ó Abre Alas é considerada a primeira canção escrita especialmente para um bloco de Carnaval. No final do século 19 surgiram os blocos carnavalescos. 

TRIO ELÉTRICO

Já o trio-elétrico é algo bem brasileiro, que surgiu em 1950 quando os músicos baianos Dodô e Osmar saíram tocando pelas ruas de Salvador, em um Ford 29 com dois alto-falantes. A novidade fez sucesso e no ano seguinte os músicos, conhecidos como “dupla elétrica”, convidaram Themístocles Aragão para seguir junto e assim formaram um “trio elétrico”.

BLOCOS DE RUA

Os blocos de rua surgiram em meados do século 19, quando o sapateiro português José Nogueira de Azevedo Prates, o Zé Pereira, saiu pelas ruas do Rio de Janeiro tocando um bumbo. A brincadeira atraiu a atenção dos foliões que foram se juntando ao músico.

FANTASIAS

A tradição de se fantasiar veio dos bailes de máscaras, tradicionais na nobreza em alguns países da Europa. A partir do século 19 as fantasias começaram a se tornar populares.

                                                                 Fonte: Super Interessante